Quarto ato contra o corte da educação volta ás ruas, e traz novas pautas
Presença ilustre dos Caras Pintadas, que voltaram depois de 27 anos, e contra o desmamentamento Amazônia.
Sete de setembro ficou marcado, no dia de hoje, em todo o Brasil jovens foram ás rua, contra o corte da educação e levar outras pautas importantes, em Goiânia a manifestação começou na catedral de Goiânia pela manhã, teve presença de movimentos estudantil, sindicatos e partidos.Essa já é o quarto ato feito contra o corte da educação o primeiro ato 15 de julho, e que teve presença de movimentos estudantil, sindicalistas, partidos políticos, no último ato levou multidão de jovens trabalhadores e trabalhadoras para as ruas, agora o propósito e trazer impeachment do Bolsonaro assim como aconteceu com Collor de Mello em 1992, com a força de jovens na ruas de todo o Brasil.
Estamos vivendo um verdadeiro desmonte da Educação. O Governo Federal já fez vários cortes no orçamento, colocando em risco o funcionamento das Universidades Federais em todo o Brasil. Sua política está destruindo a pesquisa brasileira. É um absurdo acabar com os recursos das bolsas da Capes e CNPq! No Estado de Goiás, a situação está ficando muito complicada. O governo vira as costas para quem se dedica a Educação! Até agora não confirmou o pagamento do reajuste do Piso 2019, a Data-base dos/as administrativos/as e o cumprimento do pagamento das progressões. Estamos chegando a um ponto insustentável”, afirma a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Goiás, Bia de Lima.
A marcha de andar pelas ruas da cidade pode não acontecer e se concentrar apenas no local de encontro. Isso porque na mesma hora estará acontecendo o Desfile Cívico de 7 de setembro na cidade, nas proximidades do ato. O desfile acontecerá a partir das 8h15 na Avenida Tocantins, no centro de Goiânia. Segundo assessoria do Sintego ainda haverá uma definição sobre qual rota será adotada, caso haja alguma.
Mauro Rubes subiu acima do carro de som e disse que luta específica e para garantir a luta específica e moradia digna para moradores da periferia de Aparecida de Goiânia e que a luta e pra ter força e que o judiciário e vendido, e que Lula foi preso para tirar da política e colocar bolsonaro e vender as riquezas nacionais pra outros países.
Em uma das matéria do Carta Capital ressaltou a força dos estudantes nas ruas. Os geógrafos explicam as tsunamis como ondas descomunais, com grande volume de energia, que ocorrem nos oceanos pela movimentação das placas tectônicas. Tal qual um terremoto, o maremoto tem seu epicentro — isto é, o ponto da superfície terrestre, nesse caso sob o oceano, a partir do qual se irradia — atingido em primeiro lugar e com maior intensidade pelo abalo sísmico.
Não é em vão que o 13 de agosto foi batizado como tsunami da educação. Neste momento de estremecimento — das políticas públicas, dos direitos sociais fundamentais e do próprio Estado Democrático de Direito —, a educação tem sido, de fato, um ponto fulcral a absorver os primeiros impactos que prenunciam a catástrofe. A onda gigantesca de estudantes, professores, técnicos administrativos e defensores da educação pública, gratuita, democrática e de qualidade socialmente referenciada é, portanto, consequência. Mais: é uma força da natureza, que não se pode conter.
No Congresso Extraordinário da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), realizado no fim de julho em São Paulo, apontamos a participação na mobilização do dia 13 como uma das prioridades de nosso plano de lutas. Se mantivéssemos a metáfora das ondas do mar e seu potencial cataclísmico, poderíamos dizer que, nesse volume de reação popular que se levanta, os professores e auxiliares de administração escolar das instituições privadas, que compõem a base da Contee, adensam tanto a base da onda que inundará as ruas quanto fazem crescer sua crista.
Por um lado, o da base, porque fazem parte da ampla parcela da sociedade civil organizada, sobretudo nas entidades educacionais, que defende a educação pública como basilar para um projeto soberano de nação, o qual está sendo fendido pelos tremores — e terrores — postos em prática pelo atual governo. Por outro, o da crista, porque é justamente uma antiga bandeira da Contee que precisa estar no auge das mobilizações para enfrentar os atuais ataques: a luta contra a mercantilização, financeirização, oligopolizado e desnacionalização do ensino, visando a atender os interesses privatistas — que, não por acaso, estão dentro do próprio Ministério da Educação.
Faz-se imprescindível, como se vê, que inundemos as ruas, a exemplo das grandes mobilizações que realizamos nos dias 15 de maio (na greve nacional da educação), 30 de maio (com os atos convocados pelo movimento estudantil em defesa da educação pública) e 14 de junho (na greve geral da classe trabalhadora contra a reforma da Previdência). Que seja, sim, uma tsunami a destruir o atual cenário de ataques e que, depois dela, um outro projeto de educação (pública, gratuita, laica, inclusiva, crítica, de qualidade, acompanhada da regulamentação do ensino privado) se construa.
Katia Maria do PT ressaltou em que o direito e maior e ir pr a rua e gritar, e para o povo ouvir e que os gritos dos excluídos sempre a luta, pois a luta e grande e que não vamos voltar aos retrocessos do governo Bolsonaro e do Caiado e que não vai se calar e submeter a esse governo que é fascista.

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