O senador e autor da reforma da previdência ira analisar emendas junto com outros senadores no CCJ.
Plenário vai ser voltado na próxima terça feira, a matéria irá para o segundo turno, e irá ter três discussão.
Hoje pela tarde, conversamos com á acessória do Tasso Jereissati, sobre a reforma da previdência, a assessora disse que o projeto vai para a câmara depois, ou pode ate chegar a voltar para o senado e já faz um tempo que foi encaminhado, os assessores da base técnica analisaram junto com o senador, mais afundo tudo crer um ter um bom resultado e estão confiável que o projeto pode ser passado.A equipe econômica negocia a inclusão dos policiais militares e dos bombeiros na reforma da Previdência por meio do projeto de lei que trata das regras das Forças Armadas. A articulação já tem o apoio de governadores e de representantes das próprias categorias.
Em troca do endurecimento das regras de inatividade, porém, os PMs e bombeiros querem a garantia de que passarão para a reserva com salários integrais e reajustes iguais aos da ativa – as chamadas integralidade e paridade – e almejam também alíquotas menores de contribuição.
Os governos estaduais ficaram de fora da reforma da Previdência, que atingia os civis e também vinculava os PMs e bombeiros às regras das Forças Armadas, porque a Câmara dos Deputados resistiu em assumir o ônus político no lugar de governadores.
Caso a articulação avance desta vez, os militares estaduais serão reincluídos diretamente no projeto de lei. Os PMs e bombeiros respondem por cerca de um terço do déficit previdenciário dos Estados, que chegou a R$ 101 bilhões no ano passado.
A assessora que está na base técnica e que acompanhou o projeto, disse que a pec não tem nada haver, e que esse projeto está na câmara dos deputados, e que o projeto trata das brigadista e forças armadas, incluindo bombeiros. E que estaria na reportagem no Estadão e no Jornal Globo, e afirmou que esse projeto está em votação na câmara.
A reforma que foi votado na Câmara teria sido encaminhada para foi para o senado e o relatório, teria sido lido no CCJ, e foi para o senado teve a cinco seções de discussão, e a quinta foi na segunda-feira e o texto recebeu emenda pelo senadores e essas emendas são analisadas.
O senador vai olhar outras emendas amanhã na CCJ, assim a plenário vai ser voltado na próxima terça feira, que sera o primeiro turno da pec depois do primeiro turno a matéria vai para o segundo turno e vai ter três sessão de discussão, e na ultima sessão ocorrerá á votação apresentando o texto da matéria não volta na câmara dos deputados.
Ainda sim tendo muita oposição, e também com atrasos de deputados e até senadores, perguntei se há expectativa para a votação, ela afirmou que tem uma grande expectativa boa para que o texto passe no primeiro turno da sessão, e tem muita confiança dos senadores, e ainda terá três discussão na sessão.
como já foi encerrado as cinco sessões a reforma e á pec paralela volta para a comissão de constituição de justiça, para ser analisado as emendas dos plenários. O relator Tasso Jereissati (PSDB), deverá rejeitar setenta e oito emendas para que a reforma seja promulgada em outubro e as sugestões deverão ser acolhida, pois a pec devera ficar por mais tempo.
Toda sugestão e bem vinda, pois estudamos e dependendo da nossa analise aceita ou não. A presidente da CCJ senadora Simone Tebet (MDB), convocou sessões extraordinária para essa quinta e terça feira e assim vai ser a leitura e na quarta vai ter um pauta extensa do novo Procurador Aras e o relatório da reforma tributaria.

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