Uma semana três morte de adolescente por bala perdida no Rio de Janeiro.
Aumenta morte de bala perdida em favelas no Rio de Janeiro.
Nesta semana, Rio de Janeiro foi marcado por eventual marca de sangue nas comunidades carioca, na terça-feira, Dyogo Xavier Coutinho de 16 anos foi morto por tiro de fuzil disparado durante a operação na comunidade da Grota, no Bairro São Francisco em Niterói, Gabriel foi baleado enquanto esperava o ônibus em um ponto na Rua Conde do Bonfim, Gabriel jogava na divisão de base do América.
Seu Cristóvão ainda não sabe, mas o desejo do pai de Gabriel é dar um pouco de conforto a ele e a vítimas da violência diária no Rio: “Cadê o amor das pessoas? Não posso acreditar que mais um menino morreu desta maneira”, disse Fabrício, revelando que estava em casa quando foi chamado pelo filho mais novo para assistir, na TV, a mais uma tragédia. “Ele me chamou e disse: ‘Mataram mais um garoto. É jogador, igual o meu irmão’”.
Dyogo se intitulava “Menino sonhador” em seu Instagram. Apaixonado por futebol, participou recentemente da Taça das Favelas. “Vou te falar. Quando eu vi a notícia, minha dor até diminuiu. Parece que me deram uma anestesia. Fiquei tentando imaginar o tamanho da dor daquele avô, que também é pai.
Segundo Jovem era Henrico de Jesus Viegas Menezes Júnior, acabou morrendo depois de ser atingido por uma bala perdida, durante bandidos e policiais, na baixada Fluminense, o rapaz tinha 19 anos, a morte do adolescente aconteceu na segunda feira.
A polícia afirma ter encontrado arma e droga com Henrico, mas a família nega e garantiu que o jovem era repositor de supermercado.
Henrico de Jesus Viegas de Menezes Júnior foi baleado durante um tiroteio no meio da tarde na Comunidade Terra Nova, no Bairro Lagoa. Segundo um parente, o jovem saiu de casa para checar o reparo de sua motocicleta e foi atingido por uma bala perdida, e de acordo com a prefeitura de Magé, Herico chegou morto no hospital.
Houve protesto, Após a confirmação da morte do rapaz, moradores da região foram ao Centro da cidade para protestar e invadiram o Palácio Anchieta, sede do governo municipal. Houve quebradeira, fogo em pneus e ruas bloqueadas por manifestantes.
Ônibus e caminhões de coleta de lixo deixaram de circular a partir das 20h. O lixo que seria coletado acabou espalhado pelas ruas da cidade.
A manifestação foi contida no final da noite, informou a Polícia Militar (PM).
Ninguém foi preso pelo protesto, e não há relatos sobre feridos.
Margareth Texeira de 17 anos acabou sendo baleada e morto durante uma operação da polícia militar na comunidade 48 na zona oeste do Rio, o ocorrido aconteceu por volta das 19:30. Margareth estava indo à igreja mais o seu filho de 1 ano e dez meses, no momento que dois suspeitos foram atingidos, de acordo com familiar da Margareth e não quis se identificar, moradores teria ficado em meio de um fogo cruzado.
A PM informou, em nota, que durante a ação dois suspeitos, ainda não identificados, morreram. Segundo a polícia, tanto os suspeitos quanto a jovem foram encaminhados para o Hospital municipal Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste. Margareth já chegou sem vida na unidade de saúde, por volta das 20h, com cerca de dez perfurações em várias partes do corpo.
Já o bebê, baleado de raspão no pé esquerdo, de acordo com a Secretaria municipal de Saúde do Rio, apresenta quadro de saúde estável. Ele está internado acompanhado da avó paterna. Às 9h20 desta quarta-feira, a família de Margareth não havia chegado para liberar o corpo.
Na ação da PM foram apreendidos dois fuzis, duas pistolas, uma granada, seis carregadores de fuzil, 12 carregadores de pistola, dois rádios transmissores, um cinto de guarnição e munições para pistola. O caso está registrado na 34ª DP (Bangu).

Comentários
Postar um comentário