Ronaldo Caiado Cancela convenio com escolas particulares.

Houve uma reunião, e alunos podem ser interrompidos, saindo de escola, ou ficar sem estudar.






Recentemente o governador do estado Ronaldo Caiado, anunciou o fim do convenio entre colégio particular e estado, muitos colégios podem correr o risco de fechar, ou outros se conseguir manter a mensalidade pode ficar mais caro, sendo assim como no colégio Claretiano Coração de Maria, que fica no Setor Centro, e um lugar de bom acesso, e que consiga pagar, a mensalidade hoje e R$ 110, mas caso perca o convênio a o valor pode chegar a R$ 400, muitos que estudam lá não tem condições para pagar, e muitos alunos sairão sem contar em que professores que são do estado, serão transferido para outras escolas, tendo assim professor que trabalha há mais de 20 anos.

Já houve reunião com a secretaria da educação Seduc, e falaram que esse ano seria o ultimo ano de convenio com o colégio, muitos alunos reclamam, pois estima-se 2.100 alunos , e para onde alunos que não tem condição financeiras vão? ou param de estudar, ou vão tentar vaga em escola publica, que não e muita coisa, professores em si não vai ser afetado mas em si alunos sim pode, a faculdade Claretiano foi mudada, foi para o prédio do Prevest, pois com o corte na educação afetou, e teve que reduzir gastos.

Ao longo da posse de seu mandato, e possível prestar atenção em que Caiado toma mesma decisões do atual "Presidente da Republica" sendo assim o que sai prejudicando muito pessoas á alunos, mas o que e privatização: o processo de venda de uma empresa ou instituição do setor público  que integra ao Patrimônio do estado fazendo assim que seja privado e geralmente acontece por leilões públicos, No Brasil, esse processo constitui em desestatização e principalmente torna como o estado sócio minoritário.

Nesta  quarta-Feira ocorreria uma manifestação silenciosa para que não acabasse convenio mais infelizmente foi cancelado por devida duvidas que possa acabar, pois há anos sempre surgi boate de que o colégio possa fechar, mais com essa reunião a está sem duvidas que pode acabar com o convenio, alunos está sem saber o que fazer, mas esperar e ver o que vai acontecer não e á solução para esse problema e sim alunos fazer ato, se manifestar contra, e tentar reunir com a Secretaria da educação possa haver uma solução um peça chave para esse problema.

com novas privatizações e cortes promovido pelo Governo atual e Ministério da educação, faz mais atrasos a educação Brasileira que já não e boa tendo assim, levando milhares de estudante á rua por 3 vezes, más qual a tendência do governo? há uma questão do governo abrir tantos buracos, mas uma dela e simples conter gasto, o que os ministros chamam de contingenciamento, tem uma irresistível situação do governo que é prejudicar as pessoas sendo assim usando assim a sua demagogia, o senso do sensacionalismo.


O congelamento atinge em cheio ações do Ministério da Educação (MEC) voltadas à redução das desigualdades educacionais, como a concessão de bolsa-permanência no ensino superior e o apoio à infraestrutura no Ensino Básico. Ambas tiveram corte de 100%.
Sem infraestrutura
Se depender de Bolsonaro, as escolas que ainda não têm quadra, biblioteca, laboratório e 
internet, entre outros recursos para melhorar as condições de aprendizado dos alunos, especialmente daqueles de localidades mais pobres, vão continuar na mesma situação.
O apoio à infraestrutura da Educação Básica, direcionada para melhoria e adequação das escolas é outra ação que teve 100% do orçamento congelado.
A execução orçamentária da educação vem caindo a cada ano. Entre 2014 e 2018, a queda foi de 13,5%.  No primeiro semestre de 2019, o contingenciamento retirou 5% do orçamento que havia sido autorizado inicialmente. Segundo o Inesc, com as atuais prioridades do governo e o Teto de Gastos vigente, poucos serão os recursos para a garantia de direitos das minorias brasileiras. “Quando da aprovação da Emenda 95, conhecida como Teto dos Gastos, houve a promessa de que os setores de Saúde e de Educação não seriam afetados. Mas não é o que os números dizem no caso do MEC”, destacam os autores do estudo no relatório.
Exclusão
Ainda segundo o relatório, ações voltadas a exames de avaliação da Educação Básica, de Jovens e Adultos e profissionais, também tiveram orçamento zerado. Esses exames certificam para a continuidade nos estudos. São voltados para estudantes que tiveram de abandonar a escola para trabalhar, por exemplo, e conseguem voltar tempo depois. “Ao cortar recursos da EJA, que é a parte mais fragilizada da educação, é vulnerabilizar ainda mais os vulneráveis, pois sem conclusão da educação básica, a maioria entra para as estatísticas do desemprego. Ou seja, nem aquilo que o governo diz priorizar está isento de cortes, como educação profissional, por exemplo.”,


Tentamos entra em contato com o Seduc, ou tentar marcar uma reunião com colégio particulares que tem convenio mas não obtemos respostas.
http://chng.it/rtWT42Qv Assine aqui a petição para que não acabe com o convênio

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